Pavê de pêssego

by agnaldo 21. novembro 2014 23:18

Ingredientes:

  • creme:
    • 2 litros de leite
    • 1 lata de creme de leite
    • 4 colheres de açúcar
    • gotas de essência de baunilha
    • 6 colheres de sopa de mistura para creme de confeiteiro (eu uso a mistura Itaiquara)
  • biscoitos:
    • 600g de biscoito champagne
    • 300ml de vinho licoroso branco adoçado com 4 colheres de sopa de açúcar para molhar o biscoito (ehehhe)
  • frutas:
    • 400g de pêssegos em calda picados
  • cobertura
    • 500ml de chantily (eu uso o Chanty Mix Amélia) 
    • 100g de gotas de chocolate

Preparo:

  • numa panela, coloque o leite, a calda do pêssego e o açúcar;
  • espere ferver, mexendo de vez em quando;
  • com o fogo já desligado, adicione a mistura para creme de confeiteiro, algumas gotas de essência de baunilha, uma lata de creme de leite e mexa bem;
  • enquanto esfria, bata o chantily (receita na embalagem);
Montagem:
  • num refratário, despeje uma parte do creme;
  • acomode uma camada de biscoitos, molhados no vinho;
  • coloque um pouco de pêssegos picados;
  • despeje mais uma parte do creme;
  • acomode mais uma camada de biscoitos, molhados no vinho;
  • coloque mais um pouco de pêssegos picados;
  • cubra com chantily;
  • salpique com gotas de chocolate e leve à geladeira.

o refratário maior mede 25cm x 25cm



Pão doce com frutas cristalizadas e uvas passas

by agnaldo 26. outubro 2014 20:50

Receita:

  • farinha de trigo - 1 kg 
  • sal - 1 colher de chá
  • açúcar - 10 colheres de sopa
  • ovos - 2
  • leite morno - 650ml
  • emulsificante - 1 colher de sopa
  • melhorador de farinha - 1 colher de sopa
  • fermento biológico seco - 20g
  • margarina com 80% lipídios - 200g
  • uvas passas - 500g
  • frutas cristalizadas - 500g

Modo de preparo:

  • misturar a farinha (pode precisar de mais um pouco, para dar o ponto correto), sal, açúcar, melhorador e fermento;
  • despejar o leite, a margarina, o emulsificante e os ovos;
  • misturar bem;
  • deixar crescer;
  • cortar uma parte da massa e esticar com a mão, mesmo;
  • colocar - generosamente - frutas e passas;
  • enrolar apertado;
  • colocar na forma untada com margarina;
  • fazer o talho, de comprido, com uma faca afiada;
  • passar gema de ovo batida;
  • deixar crescer;
  • assar até ficar corado.

misturando os ingredientes secosmisturando os ingredientes secos

massa crescidamassa crescida

esticando e recheandoesticando e recheando

começando o crescimento, após cortar e passar gema de ovo batida

só alegria



Desânimo

by agnaldo 12. julho 2014 00:50

hanzinho

Dentro da sala de aula sempre me perguntam se trabalho ou se só dou aula... a resposta de uns anos para cá é sempre a mesma: só dou aula e o mínimo necessário...

Já teve época de eu trabalhar 36 horas e descansar 12 horas, por seis ou sete meses seguidos... o que ganhei com esse modelo de trabalho? mais imposto para pagar... comprei apartamento com o dinheiro que sobrou dos impostos e tive que pagar o tal IPTU, escritura, um imposto de merda que paga quando compra imóvel, mais um montão de coisa... comprei carros com meu dinheiro e tive que pagar IPVA, seguro e garagem... cada vez que eu faço compra eu pago um monte de imposto, incluindo ICMS que serve (entre outras coisas) para manter as estradas... mas ainda tenho que pagar pedágio quando quero viajar... pago INSS mas não uso nem nunca usei o SUS... tenho diabetes e pago os meus remédios... não dependo de fidaputa nenhum... do monte de imposto que pago, uma parte seria para manter escola pública... mas como não quero que o meu filho (o que mora comigo) fale prástico, tauba, pobrema ou estrupo nem leve facadas, tiros ou seja apresentado às drogas, faço das tripas coração para que ele estude num colégio particular... 

Com o passar do tempo vi que quanto mais se trabalha menos se tem de retorno... 

Hoje não tenho imóvel nem nada no meu nome, não tenho carro já faz dez anos... quero ver alguém me tomar na marra IPTU, IPVA, lucro sobre transação imobiliária entre outras taxas, impostos e contribuições...

Da minha parte acho que quem deve cuidar do filho é o pai e/ou a mãe dele... não eu ou outra pessoa qualquer... não acho justo o governo me tomar (tomar, mesmo - do tipo roubar) cada vez mais para dar para quem não quer trabalhar ou para gastar de forma errada E desonesta... eu sei gastar o meu dinheiro - não preciso de vagabundo (o governo) gastando ele por mim...

Agora, o importante: por que escrevo este post nesse momento? 

Estava na internética e vi o texto abaixo que reproduzo sem corrigir e que representa exatamente o que sinto hoje... 

A propósito, vai que alguém não entenda o texto, eu me identifiquei com a galinha...

Vamos ArgentinHa... Vamos Holanda... Desculpaí Alemanha (todos sabem que torci para Alemanha em primeiro com Holanda em segundo lugar nessa copa desde o sorteio dos grupos), mas o Brasil precisa levar um tranquinho...

Uma galinha achou alguns grãos de trigo e disse aos vizinhos:
- Se plantarmos este trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?
- Eu não! - disse a vaca.
- Nem eu, tenho mais que fazer! - emendou o pato.
- Eu também não - retorquiu o porco.
- Eu muito menos - completou o bode.
- Então, eu mesma planto - disse a galinha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu, com grãos dourados.
- Quem vai me ajudar a colher o trigo? - quis saber a galinha.
- Eu não - disse o pato.
- Não faz parte das minhas funções - disse o porco.
- Não, depois de tantos anos de serviço - exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o bolsa-família - disse o bode.
- Então, eu mesma colho - disse a galinha, e colheu o trigo, ela própria. Finalmente, chegara a hora de preparar o pão.
- Quem me vai ajudar a fazer o pão? - indagou a galinha.
- Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão - disse o porco.
- Eu não posso por em risco meu auxílio-doença - continuou o pato.
- Caso só eu ajude, é discriminação - resmungou o bode.
- Só se me pagarem hora extra - exclamou a vaca.
- Então, eu mesma faço - exclamou a galinha. Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço.
A galinha simplesmente disse:
- Não! Vou comer os cinco pães sozinha.
- Lucros excessivos, sua agiota burguesa! - gritou a vaca.
- Sanguessuga capitalista! - exclamou o pato.
- Eu exijo direitos iguais! - bradou o bode.
O porco grunhiu: - A Paz, o Pão e a Educação são para todos! Direitos do Povo!
Pintaram faixas e cartazes dizendo “Injustiça Social” e marcharam em protesto contra a galinha, gritando palavras de ordem: “Fascista”, “O pão é nosso!”, “País rico é país com pães para todos!”, “Exijo a minha cota de pães!”, “Morte aos padeiros que lucram com a fome!”.
Chamado um fiscal do governo, disse à pobre galinha:
- Você, galinha, não pode ser assim tão egoísta. Você ganhou pão a mais, tem de pagar muito imposto.
- Mas dona Raposa, eu ganhei esse pão com meu próprio trabalho e suor - defendeu-se a galinha.
Os outros não quiseram trabalhar! - retorquiu sentida.
- Exatamente - disse o funcionário do governo - essa é a vantagem da livre iniciativa. Qualquer pessoa, numa empresa, pode ganhar o que quiser. Pode trabalhar ou não trabalhar. Mas, de acordo com a nossa moderna legislação, a mais avançada do Mundo, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto do trabalho com os que não fazem nada. Além disso, existe a mais-valia, o Imposto de Renda, o IPTU, o IPVA, o IPI, o ICMS, o mensalão, as Organizações NÃO Governamentais que vivem às custas de dinheiro público, etc., etc., que têm de ser pagos para garantir a nossa Saúde, a nossa Educação e a nossa Justiça!
E todos viveram felizes para sempre, inclusive a galinha, que sorriu e cacarejou: "eu estou grata", "eu estou grata"!
Desde então os vizinhos se perguntam por que a galinha nunca mais fez um pão.


Agnaldo

foto

Veja meu perfil em http://about.me/agnaldo

Month List